sexta-feira, 24 de abril de 2015

Aleluia!


E que passe a correr! 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Dos pequenos prazeres da vida


Depois de um longo dia de trabalho, passear junto ao rio e deitar-me na relva a apanhar os último raios de sol do dia. 

Lesson #143


domingo, 19 de abril de 2015

Só mais uma semana!



Só desejo que a semana que amanha começa, passe a voar e seja sotf, muito soft. Diz-me a experiência que nos últimos dias antes das férias o stress está sempre presente. Espero bem que não! Depois disso, espera-me um reencontro á muito desejado, dias de descanso e de muitos quilómetros para percorrer. O bom de estar no "centro" da Europa, é que fica quase tudo aqui ao lado! 

Um dos destinos vai ser repetido, até porque já lá estivemos o ano passado. Mas como fomos com uns amigos e não deu para ver tudo o que queríamos, decidimos lá voltar. Conseguem adivinhar?




Depois, mais quatro cidades novas nos esperam! Mas dessas, prometo que falo depois.

sábado, 18 de abril de 2015

Bad girl, bad!

Ontem queixava-me dos vizinhos do rés do chão... e entretanto, hoje á hora de almoço e noutra ponta da cidade...


Em minha defesa... havia ananás e a cola era light! 
(Vais ter tanto que correr amanhã)

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Piiiiiza!



Tenho uma pizzaria no rés do chão aqui do prédio.... e devo dizer-vos que até ver ainda não cedi à tentação de levar uma comigo, depois de um longo dia. E o pior é estar cheia de fome e de dieta, abrir a janela e o cheiro a invadir-me a casa toda.... Ai senhores...

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Take Another Plain

Já é a segunda vez, em menos de meio ano que os pilotos da TAP decidem fazer greve em dias em que vou precisar de viajar por eles... bom... muito bom... (inserir ironia aqui)


Escrevi este post, no meio dos 37 minutos que fiquei á espera de ser atendida para conseguir alterar o voo.

Fim de semana

Por aqui os dias tem estado de sol e calor desde o fim de semana (terça e quarta chegámos a ter 24 graus, para aqui é a loucura). Embora não haja praia, aproveitámos para apanhar uns raios de sol junto ao rio, mas como não fomos os únicos e por aquelas bandas estava uma confusão, no domingo fomos a uma vila que existe aqui perto e que gostamos muito.






segunda-feira, 13 de abril de 2015

Mais um para a colecção!




Quem me conhece, sabe bem a pancada que tenho por relógios e assim que pus a vista
neste, não resisti! 

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Viver no estrangeiro



Um ano e tal (parece mesmo que foi ontem) depois de me ter mudado para a Alemanha, aqui deixo uma reflexão de tudo aquilo que me apercebi, quando vivemos longe de casa.  

A partir do momento em que decidimos partir, a nossa vida torna-se um misto de emoções, de aprendizagem e de improvisação. Novos lugares, novos costumes, novos desafios, novas pessoas... A sensação no inicio é angustiante, mas a partir do momento em que saímos da nossa zona de conforto achamos que podemos fazer qualquer coisa.

Quando perguntam como estão as coisas, é difícil encontrar palavras. Na maior parte das vezes tens que morder a língua, porque a cada conversa lembras-te de mil e uma histórias e não queres parecer pretensioso ou sobrecarregar os outros com histórias de guerra "do teu outro país."

A nossa vida mudou a um ritmo frenético, mas é surpreendente ver quando vamos a casa que quase tudo continua no ritmo habitual. Os nossos amigos e família continuam com o malabarismo das responsabilidades diárias e no fundo é estranho perceber que a vida não pára.

Dou por mim a ter dois telemóveis (um daqui e outro português), dois pares de chaves, dois cartões de descontos no supermercado, duas contas bancárias... e quando nos apercebemos, estamos a baralhar tudo e no Pingo Doce entregamos o cartão de descontos do supermercado alemão e já temos a menina da caixa a bufar para nós.

Deixamos de falar uma linguagem em particular. No trabalho falo a maior parte do tempo inglês, no dia a dia falo alemão e quando chego a casa e ligo para a minha mãe estou a falar português. Confuso... até porque não domino 100% o alemão e quando as palavras falham (em qualquer língua) lá me consigo safar com a linguagem gestual!

Tornamo-nos turistas na nossa própria cidade.
Aquele monumento ou local que nunca tinha visitado vai-se juntar à lista de sítios a visitar quando for a casa. E quando os nossos colegas de trabalho referem que querem ir uns dias a Portugal e pedem alguma recomendação, custa escolher: por mim viam tudo!

Nostalgia aparece no momento mais inesperado.
Na comida, numa música, num cheiro. Há dias em que a saudade é uma palavra que dói, que as lágrimas teimam em cair e não me deixam olhar para a vida de forma objectiva e racional.
Faz-nos falta detalhes que nunca imaginámos, e daríamos qualquer coisa para sermos transportados a um momento ou a um lugar. Ou simplesmente para compartilhar o sentimento com alguém que nos entenda...

Aprendi a ser paciente e a pedir ajuda.
Noutro país, a tarefa mais simples pode-se tornar um desafio. Encontrar a palavra certa (especialmente para quem ainda não domina a língua), enviar uma encomenda, conhecer a rede de transportes ou ir ao banco fazer um simples depósito...  Há sempre momentos de desespero, mas nessa altura e com a paciência que nunca tiveste percebes que pedir
ajuda não é apenas inevitável, mas muito saudável.
           
Afinal a nossa vida cabe numa mala (ou duas vá)! Quase tudo o que temos em casa e que tanto estimamos afinal não nos faz assim tanta falta, porque fomos obrigados a escolher na hora de partir. Alguma roupa (porque o resto até podemos comprar), memórias, muitas, muitas fotografia e claro um objecto que
fizemos questão de trazer da nossa casa é tudo o que nos acompanha.

Muitas pessoas dizem que somos corajosos, porque elas também querem ir embora, mas não se atrevem. E nós, apesar do medo concluímos que afinal somos corajosos sim... não é fácil deixar para trás a nossa casa, o nossa família e o nosso pais. Custa, custa muito. Mas as pequenas vitórias valem o esforço. Isso, o salário ao fim do mês, as condições que o novo pais nos oferece e acima de tudo a possibilidade de conhecer novos lugares, afinal fica quase tudo aqui ao lado!


Quando vim embora de Portugal todos me disseram que esta experiência me iria mudar. Eu dizia sempre que não, que ia continuar a mesma pessoa de sempre. Mas afinal... a verdade é que mudou.